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Tentativa de anular eleição é um sinal que números internos não são favoráveis a Bolsonaro 

Tentativa de anular eleição

Se a campanha de Bolsonaro acreditasse na pesquisa da Brasmarket divulgada esta semana, onde Bolsonaro aparece com 53% das intenções de voto e Lula com 46%, não estaria querendo tumultuar o segundo turno das eleições nem estaria falando em anular eleição, correto?

É óbvio que os números internos mostram uma realidade completamente diferente.

A fala de Bolsonaro sobre as adolescentes venezuelanas, o tiro no pé de Paulo Guedes sobre congelamento do salário mínimo e aposentadorias, o assédio eleitoral de alguns pastores e atitudes abusivas em igrejas e o fato ocorrido no domingo com o aliado Roberto Jefferson que atirou contra policiais federais podem ter surtido efeito negativo na corrida presidencial, o que motivou o movimento para questionar o resultado eleitoral do dia 30.

Se o bolsonarismo conseguir provar que houve realmente uma fraude nas inserções de rádio, o que é grave, seria a única possibilidade de ganhar ou ter a oportunidade de questionar esse resultado do dia 30 e tentar vencer no “tapetão”.

Com o auxílio das Forças Armadas, que foram convocadas em meio a insatisfação do presidente pelo arquivamento do processo pelo Ministro Alexandre de Moraes, o presidente espera ir

“às últimas consequências dentro da Constituição para fazer valer o que suas auditorias constataram”, disse o próprio em coletiva à imprensa depois do encontro com generais.

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